Jornalista

Eliane Brum

  • Meio Ambiente e Sustentabilidade
  • Política

Eliane Brum é jornalista, documentarista e escritora, com mais de 40 prêmios nacionais e internacionais. Atualmente, é diretora do SUMAÚMA jornalismo e colunista do El País, foi repórter especial do jornal Zero Hora e da revista Época. Conta com documentários e livros em diferentes âmbitos da literatura.

Eliane Brum nasceu em 23 de maio de 1966, na cidade de Ijuí, Rio Grande do Sul. Estudou jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), formando-se em 1988.

No mesmo ano, começou sua carreira como repórter especial no jornal Zero Hora, no Rio Grande do Sul, onde permaneceu por 11 anos, até sua saída em dezembro de 1999. Em seguida, passou a trabalhar na revista Época como repórter especial, até 2010, e depois como colunista. Sua passagem pela publicação acabou em 2013, com quase 14 anos de atuação.

Entre novembro de 2013 e dezembro de 2021, Brum passou a atuar como colunista do El País no Brasil, escrevendo quinzenalmente em português e espanhol, com foco em direitos humanos, meio ambiente, política e movimentos sociais. Hoje, continua como colunista do El País, falando sobre a comunidade de Madri, na Espanha. 

Em 2022, lançou o projeto SUMAÚMA Jornalismo, do qual é diretora. O projeto é uma iniciativa de jornalismo trilíngue, em português, espanhol e inglês, com sede em Altamira, Pará, coração da Amazônia. O projeto é realizado em parceria com o editor global de meio ambiente do The Guardian, Jonathan Watts, além das jornalistas Carla Jimenez, Talita Bedinelli e Verônica Goyzueta. 

Brum tem atuação marcante no cinema documental. Em 2005, codirigiu com Débora Diniz “Uma História Severina”, sobre a luta de uma mulher pelo direito de interromper uma gestação inviável. Em 2010, lançou “Gretchen Filme Estrada”, em parceria com Paschoal Samora, acompanhando a trajetória da cantora Gretchen. Em 2017, codirigiu com Lygia Barbosa da Silva o documentário “Laerte-se”, primeiro original brasileiro da Netflix, que retrata a vida e a transição de gênero da cartunista Laerte. No mesmo ano, apresentou “Eu+1: Uma jornada de saúde mental na Amazônia”, ampliando seu olhar para questões humanas e sociais ligadas ao território amazônico.

Na literatura, sua estreia ocorreu em 1994 com “Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes & Ofícios)”, investigação histórica sobre a Coluna Prestes. Em 2006, publicou “A Vida que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial)”, reunião de reportagens premiadas que revelam histórias invisibilizadas. Seguiu em 2008 com “O Olho da Rua – Uma repórter em busca da literatura da vida real” (Globo), em que reflete sobre sua prática jornalística. Em 2011, lançou seu primeiro romance, “Uma Duas” (LeYa). Depois, publicou coletâneas de crônicas e memórias, como “A Menina Quebrada’ (2013), “Meus Desacontecimentos – A história da minha vida com as palavras” (2014) e ‘Brasil, construtor de ruínas” (2019), todos pela Arquipélago Editorial. Em 2021, lançou pela Companhia das Letras “Banzeiro òkòtó: Uma viagem à Amazônia Centro do Mundo”. 

Eliane acumula mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de jornalismo, incluindo: Prêmio Rei de Espanha, Prêmio Esso, Vladimir Herzog, Troféu Mulher Imprensa, Prêmio Comunique-se, Prêmio Jabuti, Troféu Especial de Imprensa ONU, entre outros. Em 2021, recebeu o Prêmio Maria Moors Cabot, da Universidade de Columbia (EUA), maior distinção do jornalismo das Américas.  

Atualizado por J&Cia em agosto de 2025

Fonte: 

https://www.linkedin.com/in/eliane-brum-a36360235/details/experience/?locale=pt_BR
https://sumauma.com
https://pt.wikipedia.org/wiki/Eliane_Brum

Resumo

Experiência profissional

2022 - Atual
Sumaúna (Site)
Meio Ambiente e Sustentabilidade, Política
Diretora